Fotos tiradas na popular Praça do Bombeiro no centro de Paulínia, nessa tarde enquanto era realizado
o encerramento das atividades do aniversario da cidade.
O que chamava a atenção para o local não era a moda de viola em plena José Paulino, mas sim a quantidade de copos plásticos, panfletos e garrafas espalhadas pelo chão. Um funcionário público que se sentava junto a tenda de Desenvolvimento e Infraestrutura (com duas grandes latas de coleta seletiva do lado, por sinal) pareceu lamentar o estado das ruas e calçadas e afirmou ainda que todo o lixo gerado ali seria mandado para a Estre após ser recolhido, para passar por processo de reciclagem; esperamos que assim seja; salientou ainda, a preocupação da prefeitura com essa questão, expondo o projeto de coleta seletiva que, segundo ele e o panfleto que distribuía, seria levado para dentro dos bairros em expansão ao inicio do trabalho que é as lixeiras de seleção de material no centro da cidade - aquelas que vivem cheias e são difíceis de encontrar-, devendo ser concluído até o final do ano, o cidadão, autodenominado Braga, não soube o que falar, no entanto, quando foi perguntado porque são necessários quatro anos para distribuir lixeiras coloridas pela cidade; "Pavan pegou a Prefeitura cheia de dividas", falou.
Um trabalhador que tem dividas não deixa de colocar seu lixo na rua, portanto, tem de haver lixeiras independentemente da conjuntura; além das lixeiras, tem de haver a garantia segura de que esse lixo, em sua maior parte reciclável, tenha um fim de reaproveitamento do material. Chegamos num ápice de caos ambiental, no qual não se deve mais falar de reciclagem ou coleta de lixo, são questões de extrema importância, tão emergentes que chega a ser estranho debater sobre uma necessidade tão básica e óbvia.

