A primeira praticamente assumindo como verdade o rechaço do MEC, a outra alegando ainda não ter sido comunicada por documento oficial, segue a integra:
NOTA OFICIAL UNIVERSIDADE SÃO MARCOS
23/03/2012 - 15h30
A Universidade São Marcos, por intermédio de seu interventor judicial Carlos Roberto Galli e sua Reitora Dra. Maria Aurélia Varella, vem a público, a respeito das notícias que estão sendo veiculadas pela imprensa, sobre o descredenciamento da Universidade pelo Ministério da Educação, informar que não há nenhuma informação oficial determinando o encerramento das atividades.23/03/2012 - 15h30
A informação contida no site do Ministério da Educação tem caráter informativo, sem qualquer respaldo oficial, e a forma de sua divulgação causou estranheza e está gerando um grande desencontro de informações entre imprensa, professores, alunos e sociedade.
Na próxima segunda feira, dia 26 de março de 2012 haverá uma reunião de esclarecimentos entre os Representantes da Universidade e a Diretoria do Ministério da Educação Dra. Marta Abramo, Dr. Samuel Feliciano e Dr. André Bucar para serem discutidas as novas diretrizes a serem seguidas, portanto, as aulas não foram interrompidas e continuam normalmente.
Pedimos a todos que aguardem um novo pronunciamento de nossa parte.
Todas as comunicações oficiais emitidas pela Universidade São Marcos serão feitas exclusivamente por este Canal.
Conjuntamente,
Intervenção Judicial e Reitoria.
Episódio que mais uma vez atinge diretamente aqueles que lutam por uma formação digna, a juventude que hoje estuda, seja em instituição pública seja na privada, fica a mercê deste tipo de embaraço.
Uma empresa educacional desorganizada, que antes do ensino prioriza sua saúde financeira, seja nesse momento extremo ou no aumento abusivo da mensalidade. Enquanto a sociedade brasileira não pressionar o governo para decidir pelo investimento massivo na educação, garantindo o empenho de 10% da nossa riqueza através do Plano Nacional da Educação, vamos utilizar saídas que agravam as desiqualdades sociais como a transferência de investimento público para instituições privadas de ensino com remendos/programas que não garantem o acesso universal ao ensino de qualidade.
A JPT Paulínia lamenta pelos jovens de toda a região que hoje não tem acesso ao ensino de qualidade e aqueles que ficaram na mão com o barco furado da São Marcos.
Propomos uma discussão séria acerca do tema e em breve vamos divulgar nossa agenda de atividades para o mês de Abril, Maio e Junho.

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