Fotos tiradas na popular Praça do Bombeiro no centro de Paulínia, nessa tarde enquanto era realizado
o encerramento das atividades do aniversario da cidade.
O que chamava a atenção para o local não era a moda de viola em plena José Paulino, mas sim a quantidade de copos plásticos, panfletos e garrafas espalhadas pelo chão. Um funcionário público que se sentava junto a tenda de Desenvolvimento e Infraestrutura (com duas grandes latas de coleta seletiva do lado, por sinal) pareceu lamentar o estado das ruas e calçadas e afirmou ainda que todo o lixo gerado ali seria mandado para a Estre após ser recolhido, para passar por processo de reciclagem; esperamos que assim seja; salientou ainda, a preocupação da prefeitura com essa questão, expondo o projeto de coleta seletiva que, segundo ele e o panfleto que distribuía, seria levado para dentro dos bairros em expansão ao inicio do trabalho que é as lixeiras de seleção de material no centro da cidade - aquelas que vivem cheias e são difíceis de encontrar-, devendo ser concluído até o final do ano, o cidadão, autodenominado Braga, não soube o que falar, no entanto, quando foi perguntado porque são necessários quatro anos para distribuir lixeiras coloridas pela cidade; "Pavan pegou a Prefeitura cheia de dividas", falou.
Um trabalhador que tem dividas não deixa de colocar seu lixo na rua, portanto, tem de haver lixeiras independentemente da conjuntura; além das lixeiras, tem de haver a garantia segura de que esse lixo, em sua maior parte reciclável, tenha um fim de reaproveitamento do material. Chegamos num ápice de caos ambiental, no qual não se deve mais falar de reciclagem ou coleta de lixo, são questões de extrema importância, tão emergentes que chega a ser estranho debater sobre uma necessidade tão básica e óbvia.

Separar o lixo, reciclar, é tão básico quanto escovar os dentes. É um problema que já devia ter sido superado, ainda mais em uma cidade que tem a Estre! Não qualquer preocupação com a educação ambiental e o estimulo para a separação de lixo. Separo meu lixo e muitas vezes não tenho onde colocá-lo. Um dia, liguei para os órgãos competentes da cidade, perguntando quando seria ampliada a colocação de coletores recicláveis nos bairros, afinal a periferia também deseja um planeta sustentável, foi dito que não havia previsão. Falei então da minha dificuldade em dar destino ao material reciclável e foi dito a mim que eu deveria colocar na frente da minha casa que o lixeiro levaria.......Mas se o lixeiro não faz a coleta seletiva, para onde iria o material que separei????? fui bem orientada, né??Parabéns a JPT Paulinia que está de olhos abertos!!
ResponderExcluira prática desonesta não condiz com o discurso eleitoreiro panfletado no aniversário da cidade.
ResponderExcluiré um velho truque aplicado a luz do dia, de 4 em 4 anos alguns desses espertos aparecem.
eles não sabem fazer, daqui pra frente agente faz.
força juventude PT Paulínia.
Nunca devemos deixar uma debate tão importante para o nosso bem estar, para um debate em cunho politico, devemos sim cobrar de nossos representates, mas somente reclamar e deixar a culpa em determinado politico, não isenta nossa dever de cidadão de informar e lutar para um planeta mais limpo, é facil culpar o prefeito por falta de lixeira, dificl é recolher um dejeto que vemos jogado ao chão!!!
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